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Perspectivas para investimentos em ativos judiciais a partir de 2023.


O ano de 2023 pode trazer mudanças substanciais aos investidores. Por isso, destacamos a importância de diversificar a carteira, incluindo nela opções como os ativos judiciais.


O fato é que estamos num período de transição. Toda troca de governo gera certa insegurança no mercado, pois não se sabe como será a política fiscal, nem como vão se comportar os juros e a inflação.


De qualquer modo, quem analisa as oportunidades consegue fazer as melhores escolhas, mesmo num cenário turbulento. É para ajudar você nessa caminhada que estamos aqui hoje.


Este artigo traz nossas impressões e perspectivas para o próximo ano. Vamos falar especificamente sobre negociação de crédito judicial, uma opção relativamente segura e que pode trazer excelentes lucros para você. Aproveite!


PEC dos Precatórios e o novo governo do PT.


Se você pretende investir na compra de precatórios , sabe que houve mudanças nas regras dos processos. Com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 23 (PEC 23/2021, conhecida como PEC dos Precatórios), o governo federal passou a parcelar o pagamento das dívidas judiciais.


Basicamente, a União estabeleceu um limite de gastos no seu orçamento anual para quitar os precatórios federais. E essa medida gerou polêmica.


Para você ter uma ideia, à época da tramitação da PEC 23, o Partido dos Trabalhadores se posicionou contra a decisão . Inclusive, chamou o projeto de “PEC do Calote”, dado que essa sistemática geraria um efeito cascata, podendo aumentar o volume de precatórios atrasados ano após ano.


Considerando esse histórico, é possível que haja pelo menos uma tentativa de revogar a PEC dos Precatórios durante o governo Lula. Se isso de fato acontecer, os ativos judiciais negociados poderão retornar antes do esperado, o que não deixa de ser bom para os investidores.


Quer entender melhor o que mudou no pagamento dos precatórios? Acesse o link abaixo e confira os detalhes:


Além da PEC, tem a tributação de dividendos.


Afora a questão dos precatórios, um assunto que ganhou visibilidade durante a campanha presidencial foi a reforma tributária. Essa será uma das prioridades do novo governo , como já assinalado à imprensa.


A ideia é reformular, por exemplo, os impostos sobre renda e patrimônio. Vale lembrar que esse objetivo conversa com outros projetos de lei já existentes. Um deles é o PL 307/21 , que propõe cobrança de IR com alíquota de 10% sobre lucros e dividendos distribuídos pelas empresas a pessoas físicas e jurídicas.


Fundos imobiliários podem ser tributados.


Pegando um caso específico, atualmente os fundos imobiliários (FIIs) têm dividendos isentos de Imposto de Renda. No entanto, as discussões sobre possíveis taxações sempre rondam o mercado financeiro.


Não que o pagamento de tributos seja um problema em si. O mistério está no valor da alíquota, que pode “comer” os ganhos e tornar esse tipo de produto menos atrativo ao público.


Diante da incerteza, resta a máxima de diversificar os investimentos. É aí que os ativos alternativos podem ganhar ainda mais espaço.


Selic em alta favorece ativos judiciais.


Seja qual for o rumo do novo governo, a tendência imediata é que o Banco Central mantenha a taxa Selic num patamar elevado. E, como sabemos, a taxa básica de juros influencia diretamente o rendimento de diversas aplicações.


Investidores de perfil conservador e moderado comemoram. Afinal, os títulos da renda fixa terão ótimo retorno nos próximos meses.


Em paralelo a esses, também merecem destaque os ativos judiciais. Embora não se equiparem à renda fixa, quem adquire esses produtos se beneficia no curto prazo justamente por causa dos indicadores em alta.


Vale ficar de olho especificamente em ativos judiciais de natureza cível . Além de remunerarem com correção monetária – ou seja, não perdem para a inflação –, ainda têm 1% de juros moratórios ao mês. Na prática, eles rendem mais que algumas aplicações tradicionais, mas sem os riscos altos do volátil mercado de ações.


Como investir em ativos judiciais?


Relembrando: os ativos judiciais são créditos que alguém deve na Justiça. Portanto, ao adquiri-los, você de certa forma assume o lugar da parte vencedora de um processo. A partir daí, deve aguardar pelo cumprimento da sentença para receber o dinheiro de volta – com as devidas correções.


O nome técnico para essa negociação é cessão de crédito judicial. Basicamente, a pessoa que entrou com a ação “vende” o processo para antecipar o valor da sentença. Trata-se de um procedimento lícito e previsto no Código Civil.


Para investir nesse tipo de ativo, é necessário encontrar uma empresa que negocie créditos judiciais . Ou melhor: uma intermediadora que fará a ponte entre os autores de processos na Justiça e os investidores em potencial.


Esse é o serviço oferecido pela DigCap . Somos a primeira plataforma de intermediação de créditos judiciais 100% on-line do Brasil.


Por que escolher a DigCap?


Aqui no blog, já publicamos um artigo que explica por que a cessão de crédito com a DigCap é segura . Entre os motivos para fazer negócio conosco, destacamos que:


– Nossa equipe realiza a análise jurídica de cada caso para avaliar riscos e calcular o possível valor de retorno;


– Intermediamos a proposta de compra, garantindo um deságio que seja vantajoso para o investidor, mas justo com o vendedor do processo;


– Realizamos todas as etapas pela internet, numa plataforma segura e fácil de usar;


– Proporcionamos transparência e agilidade na negociação, sem burocracia.


Para mais informações, acesse a página Sobre Nós do site. Lá tem um pouco de nossa história, bem como depoimentos de clientes que atestam a nossa credibilidade.


E então: você também acredita que as perspectivas para 2023 envolvem ativos alternativos? Pois não perca tempo!


Invista agora mesmo com a especialista em créditos judiciais. Você pode começar o ano diversificando sua carteira e conquistando ótimas oportunidades de rendimentos.


No mais, esperamos que o conteúdo de hoje tenha sido útil. Obrigado pela companhia e até a próxima!

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